Heliel Rocha em Letras


24/01/2009


Algumas Grutas azuis depois, olha o blog!!!!! A crise que o diga!!! Mínimo e nada mais. E sobe aluguel, e tem a prestação, e o cartão de crédito, e tantos, mas tantos pepinos...Agora em fevereiro: Portela, preços mais baixos, "out carnaval baiano" (Odeio essa coUsa), Mut em 5 dias, e se der: praia & Moto.Com o DVD Paula Toller NOSSO AO VIVO, tudo passa. Meu irmão vem me visitar no domingo!!! andei uns dias tristes, mas agora já foi>>> É tudo tão rápido... áries, áries, áries!!!! Meu avô está bem melhor do AVC. Chegeui aos 83, mas ninguém precisa saber disso. rsrsrs... por fim, uma rara nova letra, ainda um pouco triste...HRS ..." Far...far..."

 

"BANJO"

(Heliel Rocha)

 Barulho acordado, Dia faminto,Blusa ao avesso, Passeio cruzado. De um lado um pouso,Do outro um prado,O amor leve , O orgulho ferido. Bem defeito,Anjo caído, Mais um contrato,Mas não existe preço. Não existe preço.  Não existe preço. Preso pelo fado, Canta distraído, Anda quando corre, Morre se preciso. Pena de quatro lados,Cela de vidro, Ama quando sofre, Nobre e puro amigo. De um lado um pouco,  Do outro um sonho,  No amor que cresce, Esse intróito leve,Por cá um louco, Um Sopro sem tratado, Olhos roucos, Em dias nublados. Parece um fardo,Sempre distraído, Anda quando corre,Morre se preciso.Cena de quatro lados, Ela de vidro,Clama quando sofre, Pobre e puro amigo. Sem defeito, Banjo caído, Mais um contrato,Mas não existe preço. Não existe preço.  Não existe preço

Escrito por Tety às 23h55
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